Dedaleira/ Digitalis purpurea, Maio, Campizes
Paulownia elongata (Kiri) - plantas prontas para plantação
Bagas de Goji/ Lycium barbarum (Verão)
Shiitake, nossa produção, Outono 2015
Plantinhas de Medronheiro/ Arbutus unedo no Outono
Rede de atempamento Este
Azevinho/ Ilex aquifolium
Sementeira de Pinus
Roseira-brava/ Rosa canina, Campizes, Ega, Condeixa-a-Nova
Roseira-brava/ Rosa spp. (Maio) em Entre-Valas, Figueiró do Campo, Soure
Rio Ega, Figueiró do Campo, Soure
Árvore-do-âmbar/ Liquidambar styraciflua (Outono)
Pessegueiro/ Prunus persica (Março)
Plantinhas de Medronheiro/ Arbutus unedo (Primavera-Verão)
Campizes, Ega, Condeixa-a-Nova
Videiras no Outono (Campizes)
Macieira-de-jardim/ Malus spp. (Março)
Eucalipto-glóbulo/ Eucalyptus globulus
Eucalyptus globulus - plantas certificadas pelo ICNF, prontas para plantação
Bugalho de Carvalho-português/ Quercus faginea (Inverno)
Área Este

Micorrização

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plantas florestais micorrizadas

PLANTAS FLORESTAIS MICORRIZADAS COM COGUMELOS COMESTÍVEIS

FOLHOSAS:

- Carvalho-americano (Quercus rubra)

- Carvalho-francês/ alvarinho (Quercus robur)

- Castanheiro (Castanea sativa) (também comercializamos castanheiros enxertados para produção de fruto, inoculados com boletos)

- Freixo-comum (Fraxinus angustifolia)

- Medronheiro (Arbutus unedo)

- Nogueira-americana (Juglans nigra)

- Sobreiro (Quercus suber)

CONÍFERAS:

- Abeto-de-Douglas (Pseudotsuga menziesii)

- Cedro-do-Buçaco (Cupressus lusitanica)

- Cedro-do-Oregon (Chamaecyparis lawsoniana)

- Pinheiro-bravo (Pinus pinaster)

- Pinheiro-manso (Pinus pinea)

- Pinheiro-radiata (Pinus radiata)

 

INÓCULOS UTILIZADOS:

plantas florestais micorrizadas

  BOLETUS EDULIS (míscaro, tortulho)

 Cogumelo micorrízico que vive associado a pinhais, soutos, carvalhais e montado de sobro e azinho.

 Frutifica de Junho a Outubro.

 Trata-se de uma das melhores e mais apreciadas espécies de cogumelos. Tanto o seu sabor como o seu aroma assemelham-se a frutos secos.

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plantas florestais micorrizadas

  LACTARIUS DELICIOSUS (sanchas, níscaros, pinheiras, vaca vermelha)

 "Cogumelo micorrízico que vive associado a pinheiros, em toda a classe de solos. É muito comum e abundante."

 "Frutifica no Outono e na Primavera."

 "É um cogumelo comestível, muito apreciado."

 

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Leve em conta que "esta actividade está sob ameaça, tanto pela excessiva pressão exercida pelo grande número de colectores, como pela ausência de gestão. Uma das formas de preservar este recurso natural será tornando-o rentável. Para tal, este potencial deverá ser explorado sob todas as suas vertentes, especialmente a produção de cogumelos e o turismo micológico.

A identificação micológica é uma actividade complexa. As espécies de cogumelos são muitas e por vezes bastante semelhantes, o que cria dificuldade na sua caracterização e diferenciação, podendo induzir ao consumo de alguns exemplares susceptíveis de provocarem intoxicações."

in FPFP - Federação dos Produtores Florestais de Portugal, 2008. Guia de Campo - Cogumelos Silvestres. Ondagrafe. Lisboa


 

micorrizas

 

Micorrização de plantas florestais (protecção)

A utilização de plantas florestais micorrizadas confere um acréscimo comprovado no crescimento e desenvolvimento saudável da sua floresta, ou seja mais madeira e de melhor qualidade.

 A micorrização corresponde à associação que determinados fungos de solo estabelecem com as raízes das plantas, é a ocupação das raízes com fungos simbióticos.

 Existem várias espécies de micorrizas, mas há dois tipos que são mais comuns, as endo e as ectomicorrizas. As endomicorrizas penetram nas células radiculares e as ectomicorrizas desenvolvem-se no exterior, sem penetrarem as células das raízes. As micorrizas, depois de associadas às células da raiz desenvolvem para o exterior desta um conjunto de hifas, conferindo à planta um maior volume de massa radicular e mais área disponível, que irão assegurar a eficiência das trocas, entre o solo e a planta, aumentando a sua resistência à seca e beneficiando o desenvolvimento da árvore.

As plantas bem alimentadas, com maior vigor e desenvolvimento do sistema radicular resistem melhor a situações de défice hídrico e temperaturas extremas. Também toleram melhor os solos com pH baixo.

 O efeito protector consegue-se a partir do momento em que tendo as plantas fungos micorrízicos instalados, os mesmos competem com os nocivos que se pretendem instalar. Por outro lado o tipo de secreções e exudações, originadas pela simbiose, vão provocar uma alteração no meio envolvente à zona radicular, o que poderá impedir a instalação de organismos parasitas.

As plantas micorrizadas têm um sistema de defesa muito potenciado, o que lhes permite resistir melhor e com menos danos a ataques provocados por agentes patogénicos, com incidência em fungos causadores de danos a nível radicular como a phytophthora, aphanomyces, pythium, a danos vasculares como fusarium e verticillium, e a nemátodos como meloidogyne e pratylenchus. As micorrizas não inibem o desenvolvimento das doenças, mas as plantas micorrizadas têm uma maior capacidade para resistirem aos estragos provocados por essas doenças.

A sua acção protectora pode ser observada especialmente nas ectomicorrizas. Algumas hifas penetram nos espaços intercelulares das zonas corticais da raiz, onde formam a chamada rede de Hartig. Esta rede efectivamente mantêm os agentes patogénicos afastados da raiz.

Fungos simbióticos, que criam um alto nível de protecção, mas também têm um alto valor comestível são por exemplo o boleto (Boletus spp.), ou o cantarelo (Cantharellus spp.).

As duas espécies mencionadas em cima ocorrem no sobreiro e na azinheira. Depois de alguns anos de crescimento os primeiros cogumelos podem aparecer.

Em resumo, a utilização de plantas com raízes inóculadas com fungos micorrízicos tem três vantagens principais:

 
  • Aumento da vitalidade e saúde da planta em geral
 
  • Efeito protector
 
  • Acréscimo da probabilidade de produção e colheita de cogumelos

As micorrizas estão bem disseminadas na Natureza, no entanto, a sua distribuição no solo não é uniforme e o tipo de micorriza aí existente nem sempre é o mais indicado para a árvore em causa.

Se se usar mais de um tipo de micorriza irá criar-se uma sinergia entre elas, o que acelerará o processo de simbiose.

O substrato que a Quinta do Prazo utiliza como meio de crescimento das suas plantas está enriquecido/ melhorado com 18 variedades diferentes das duas estirpes (ecto e endo) de fungos micorrízicos.

Esta variedade de tipos diferentes de micorrizas que utilizamos, dota a planta de uma resistência e de uma "couraça" que lhe possibilita um crescimento mais rápido e saudável.

 2012 © Quinta do Prazo, a.ribeiro

Saiba mais em:

 "Micorrizas, um bom negócio entre plantas e fungos" 

 "Micorrizas"

 "Cogumelo comestível"

 

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